Para matar Orfeu não basta a Morte.Tudo morre que nasce e que viveuSó não morre no mundo a voz de Orfeu. Moraes, 1956 Ao mês de setembro de 1956, o Theatro Municipal recebe ao palco: volume, calor, tensão, operação de ruídos. Para o público: experiência, diriam, com pequenas doses de desconforto da cadeira, dor nas … Continuar lendo Orfeu: voz & corpo
Copie e cole esta URL em seu site WordPress para incorporar
Copie e cole este código no seu site para incorporar